GESTÃO CLAUDEMIR BORGES VAI GASTAR MAIS DE R$ 2,2 MILHÕES COM ALUGUEL DE CARROS ENQUANTO FROTA MUNICIPAL APODRECE
Mais uma vez, a gestão do prefeito Claudemir Borges opta pelo caminho mais fácil — e mais caro — para administrar o dinheiro público. Em vez de investir na renovação da frota municipal, a Prefeitura de Leme vai gastar R$ 2.261.746,80 com o aluguel de veículos.
O valor, que ultrapassa os R$ 2,2 milhões, está previsto no Pregão Eletrônico nº 002/2026, cuja licitação ocorrerá no dia 13 de fevereiro. O contrato prevê a locação de 24 veículos, entre hatch, sedan, pick-ups, vans, furgão e até um SUV, destinado ao Gabinete do Prefeito.
Enquanto isso, a frota própria do município segue sucateada, com veículos velhos, quebrados e fora de circulação.
FALTA DE PLANEJAMENTO LEVOU AO SUCATEAMENTO
A própria Prefeitura admite, no edital, que os veículos municipais estão com “alta rodagem” e “alto custo de manutenção”, sendo considerados insuficientes para atender a demanda.
Ou seja: a frota chegou a esse estado por anos de abandono, falta de investimento e ausência de planejamento.
Agora, em vez de corrigir o erro, a gestão prefere terceirizar e transferir a conta para a população.
ALUGUEL PODE SAIR MAIS CARO NO LONGO PRAZO
Especialistas alertam que a locação de veículos no setor público, quando não acompanhada de estudos técnicos adequados, tende a ser mais cara ao longo do tempo.
Entre os principais problemas estão:
• Custos acumulados superiores à compra
• Dependência de empresas privadas
• Risco de atraso na entrega
• Paralisação de serviços
• Falta de autonomia
• Orçamento engessado por contratos longos
Na prática, o município passa a pagar mensalmente por algo que poderia ser seu patrimônio.
CARRO PARA SECRETÁRIO, NÃO PARA O POVO
Embora a Prefeitura justifique o aluguel dizendo que é para “atendimento à população”, fiscalização e transporte sanitário, a realidade mostra outro cenário.
Grande parte dos veículos será usada por:
- Secretários
- Assessores
- Servidores administrativos
- Gabinete do Prefeito
- Para reuniões, eventos, cursos e encontros políticos.
E chama atenção: enquanto a maioria dos veículos são modelos básicos, o gabinete do prefeito contará com um SUV.
Para o povo, o básico - Para o prefeito, o luxo.
TERCEIRIZAÇÃO VIROU REGRA NA GESTÃO CLAUDEMIR
O aluguel da frota é apenas mais um capítulo da política de terceirização adotada pela atual gestão.
Outro exemplo é a saúde, onde médicos passaram a ser contratados via Cismetro, que recebeu mais de R$ 9,8 milhões em 2025, enquanto a população relata piora no atendimento.
Além disso, há terceirizações em:
• Monitoria escolar
• Serviços administrativos
• Apoio operacional
Sempre com reclamações sobre qualidade, fiscalização e precarização.
RISCOS PARA O ERÁRIO E PARA OS TRABALHADORES
A terceirização no setor público traz consequências graves:
• Precarização do trabalho
• Salários menores
• Alta rotatividade
• Falta de vínculo
• Risco de ações judiciais
• Possibilidade de fraudes
• Serviços mal prestados
No final, quem paga é o contribuinte.
A PRÓPRIA JUSTIFICATIVA EXPÕE A FALHA DA GESTÃO
No edital, a Prefeitura afirma não ter recursos para comprar veículos novos.
Mas a pergunta é: Por que não houve planejamento nos últimos anos?
Ao deixar a frota se deteriorar, a administração criou o cenário perfeito para justificar a locação.
Um ciclo vicioso: abandona → sucateia → terceiriza → paga caro.
PARA QUEM É LUCRATIVO?
Comprar veículos próprios não gera lucro. Alugar, sim. Resta saber: para quem?
Enquanto a Prefeitura gasta milhões em contratos, a população enfrenta:
• Falta de médicos
• Falta de transporte adequado
• Falta de estrutura
• Serviços precários
POPULAÇÃO PAGA A CONTA DA MÁ GESTÃO
A política de terceirização da gestão Claudemir Borges revela um modelo sem visão de longo prazo, sem compromisso com o patrimônio público e sem respeito ao dinheiro do cidadão.
Em vez de investir, planejar e economizar, prefere alugar, terceirizar e transferir a responsabilidade.
Mais uma vez, quem perde é Leme...
Lamentamos