QUANDO A EXPLICAÇÃO É DEMAIS, A CREDIBILIDADE É DE MENOS
Existe um ditado popular que diz: “QUANTO MAIOR A EXPLICAÇÃO, MAIOR É A MENTIRA.” Pessoas públicas deveriam refletir sobre isso, principalmente quando sentem a necessidade de justificar repetidamente seus atos e decisões. A verdade sustentada por fatos não depende de discursos intermináveis: ela resiste aos questionamentos, pode ser comprovada e, cedo ou tarde, aparece.
Explicar é legítimo; transformar explicações em uma tentativa permanente de convencer é outra coisa.
E quando as justificativas nem sequer partem diretamente de quem deve respostas, mas de terceiros tentando falar, defender ou explicar em seu lugar, a credibilidade pode ser ainda mais questionada. Quem ocupa função pública deve assumir a responsabilidade por seus próprios atos e prestar esclarecimentos de forma direta, transparente e fundamentada.
No final, não é a quantidade de explicações que determina a verdade, mas a consistência dos fatos.
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